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Em Manhuaçu COAMMA e amigos da cultura homenageiam o radialista S. Jota de Moraes

O radialista S. Jota de Moraes foi homenageado noite desta terça-feira,27, na Casa de Cultura Ilza Campos Sad, pelo Conselho de Associações de Moradores de Manhuaçu e amigos da cultura, pelos 48 anos de trabalho dedicados ao rádio.

29/04/2021 às 19h27
Por: Redação
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S. Jota de Moraes iniciou no rádio em 7 de março de 1973, graças ao incentivo do amigo e professor Ladiro uilherme Robadel, que percebeu o talento para a comunicação no jovem morador de Guarani
S. Jota de Moraes iniciou no rádio em 7 de março de 1973, graças ao incentivo do amigo e professor Ladiro uilherme Robadel, que percebeu o talento para a comunicação no jovem morador de Guarani

MANHUAÇU (MG)-  O radialista S. Jota de Moraes foi homenageado noite desta terça-feira,27, na Casa de Cultura Ilza Campos Sad, pelo Conselho de Associações de Moradores de Manhuaçu e amigos da cultura, pelos 48 anos de trabalho dedicados ao rádio.

O documentário, que retrata a trajetória do radialista S. Jota de Moraes foi idealizado pelo jovem cineasta, Emerson dos Reis, que pesquisou e trouxe para a tela todo seu passado, a estreia no rádio e sua ascensão na comunicação. Depoimentos de ex-colegas de trabalho, profissionais que foram descobertos e, que hoje brilham na tv e no rádio em todo o Brasil emocionaram o homenageado que, durante a homenagem não conteve as lágrimas.

S. Jota de Moraes iniciou no rádio em 7 de março de 1973, graças ao incentivo do amigo e professor Ladiro uilherme Robadel, que percebeu o talento para a comunicação no jovem morador de Guarani, distrito de Reduto, e decidiu apresenta-lo a padre Júlio Pessoa. Pessoa sábia, que sempre esteve à frente de seu tempo, principalmente no ramo da comunicação e, que tinha enorme facilidade em enxergar nas pessoas escolhidas, o talento além do horizonte.

Além da carreira de radialista, S. Jota de Moraes, chamado pelos colegas de “professor”, teve um papel fundamental no crescimento da Rádio Nova FM. No laboratório fabricou excelentes profissionais, que hoje estão espalhados por esse imenso Brasil, fazendo do rádio o que todos esperam: um instrumento que transmite alegria, entretenimento e cativa amizades.

Ao destacar a importância do rádio em sua vida, S. Jota de Moraes relembrou dos ex- companheiros de trabalho, da emoção ao iniciar na comunicação e com o passar do tempo, a oportunidade em descobrir jovens talentos, para atuarem no mundo mágico que o rádio proporciona. “Me sinto imensamente feliz, ao ver pessoas brilhando na profissão. Vejo hoje Marcos Palácio “Zezinho Gasolina”, Telma Emerich, Camila e tantos outros que tiveram como escola, a Rádio Manhuaçu. Hoje, sinto que os 48 anos de dedicação ao rádio valeram a pena. Quem nasce para o sucesso, não para de brilhar”, ressaltou emocionado.

Eduardo Satil

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