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Saúde Região

Mutum registra queda no número de casos de Chikungunya

Casos suspeitos e confirmados de chikungunya no município de Mutum, cidade localizada no Vale do Rio Doce, a 387 km da capital Belo Horizonte, tiveram redução de mais de 90%

10/05/2021 às 16h05
Por: Redação
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Casos suspeitos e confirmados de chikungunya no município de Mutum
Casos suspeitos e confirmados de chikungunya no município de Mutum

MUTUM (MG)- Casos suspeitos e confirmados de chikungunya no município de Mutum, cidade localizada no Vale do Rio Doce, a 387 km da capital Belo Horizonte, tiveram redução de mais de 90%, de acordo com o levantamento feito pela Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Manhuaçu, em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde de Mutum.

Os registros apontam que na semana epidemiológica 18 foram registrados apenas 4 casos suspeitos. O mesmo relatório apresenta que o pico da doença ocorreu na semana epidemiológica 12, quando o município notificou 86 casos suspeitos. Ainda segundo o levantamento, de janeiro até o momento, foram 269 casos confirmados para chikungunya, 1 caso confirmado de Zica e 12 pacientes diagnosticados com dengue.

Após esse aumento em 2021, no mês de março a força tarefa coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), atuou por 21 dias em Mutum para sensibilizar a população, seguido da aplicação do inseticida de Ultrabaixo Volume (UBV) pesado, conhecido popularmente como fumacê e, também, utilizado com bombas costais.

Letícia Maria de Oliveira, coordenadora de Vigilância em Saúde do município explicou que a atuação da força-tarefa estadual no município foi extremamente válida para que se chegasse a esses números. “Desde o início, quando identificamos, nossa equipe atuou incansavelmente e depois veio a força-tarefa que deu um reforço nas ações. Além disso, a equipe da SES capacitou os agentes de endemias que continuam atuando em todo território. A população deve manter o sinal de alerta e se conscientizar de que é um problema de todos”, destacou.

O coordenador de Vigilância Epidemiológica da SRS Manhuaçu, Ernesto Grillo destacou que a ação conjunta de diversos órgãos no município, apoio do Ministério Público e envolvimento da sociedade civil organizada foi fundamental para que houvesse essa redução. Ernesto também frisou que a população não pode baixar a guarda contra o mosquito. “Tivemos um momento de redução, mas o alerta deve ser mantido, bem como o envolvimento de todas as entidades”, destacou.

O superintende regional de Saúde de Manhuaçu, Juliano Estanislau, destacou que, apesar do foco principal ser o enfrentamento da pandemia de covid-19, as áreas técnicas da regional continuam monitorando incidência dos demais agravos transmissíveis e, também não transmissíveis. “Além da pandemia que tem demandado um enorme esforço e comprometimento da nossa equipe, nós continuamos atentos e apoiando os municípios no enfrentamento aos demais problemas de saúde de acometem a nossa população'', finalizou.

Texto e Fotos: Antonio Rodrigues/Ascom SRS Manhuaçu

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