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Polícia Crime

Filho diz à polícia que deputada Flordelis e 3 irmãs podem estar envolvidas na morte de pastor

Jovem contou à Polícia que mãe e irmãs colocavam remédio na comida do pai, Anderson do Carmo. Disse também que uma delas ofereceu R$ 10 mil para que o irmão Lucas, preso pela morte do pastor, cometesse o crime. A deputada afirmou que não irá se pronunciar sobre o assunto.

20/06/2019 23h13
Por: Redação
Segundo o filho, Flordelis teria afirmado que
Segundo o filho, Flordelis teria afirmado que "a hora do pai estava chegando". Ele descreveu o comportamento desesperado dos parentes no velório como "teatro".

Um dos filhos da deputada Flordelis contou nesta quinta-feira (20) à Polícia Civil que suspeita do envolvimento da mãe e de três irmãs na morte do pai, o pastor Anderson Carmo, morto a tiros no último domingo. Segundo o jovem, uma delas ofereceu R$ 10 mil ao irmão Lucas dos Santos para matar o pastor.

Procurada, a deputada afirmou por meio da assessoria que não irá se pronunciar sobre o assunto.

O rapaz, que não teve a identidade revelada, disse que a mãe e três irmãs colocavam remédio na comida do pai e que isso seria a causa de seus problemas de saúde. Ele contou também que Anderson mostrou uma ameaça de morte que tinha recebido em fevereiro.

O jovem afirmou ainda que o irmão Lucas recebeu proposta de R$ 10 mil de uma das irmãs para matar Anderson. Lucas não estava na casa no momento do crime, mas teria comprado a arma usada no assassinato.

No depoimento, o filho disse que não houve barulho, confusão e nem moto em fuga no momento da morte. Ele afirmou que viu o irmão Flávio, que confessou ter dado seis tiros no pai, ao lado do corpo ensanguentado, recolhendo uma mochila de couro e o telefone celular do pastor. O aparelho foi entregue para a mãe Flordelis, segundo o depoimento.

Os policiais ainda não encontraram os celulares de Flordelis, do pastor e de Flavio. Também não acharam a mochila.

Segundo o filho, Flordelis teria afirmado que "a hora do pai estava chegando". Ele descreveu o comportamento desesperado dos parentes no velório como "teatro".

Nesta quinta-feira (20), a Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido da Polícia Civil e determinou a prisão temporária de Lucas e Flávio. O pedido foi feito ao Judiciário após os investigadores realizarem uma acareação entre Flávio e Lucas.

Com informações - Rede Globo

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